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O Twitter removeu um vídeo de campanha do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após o Linkin Park emitir uma notificação extrajudicial pelo uso não autorizado de suas músicas.

O vídeo, que continha um cover da música In The End, foi postado diretor de mídias sociais da Casa Branca, Dan Scavino, e foi retwittado pelo Donald Trump. No Twitter agora aparece: “Esta mídia foi desativada em resposta a uma denúncia de violação dos direitos autorais”.

O Linkin Park disse que não autorizou o uso de suas músicas pelo Trump ou pela sua campanha eleitoral. “O Linkin Park não endossou e nem apoia o Trump, nem autoriza sua organização a usar nenhuma de nossas músicas. Uma notificação extrajudicial foi emitida.”, disse o grupo de rock no Twitter.

O Linkin Park não é a primeira banda a se queixar pelo uso indevido das músicas pelo presidente dos EUA. Os Rolling Stones ameaçaram no mês passado uma ação legal contra Trump se ele não parar de usar suas músicas em seus comícios de campanha. Queen, Rihanna, Aerosmith, Adele, Panic! At the Disco, a família do falecido Tom Petty, entre outros artistas, também se queixaram do uso de músicas pelo Trump.

Em 2015, Chester Bennington já desaprovava o Trump e havia tuitado “Donald Trump é uma ameaça maior aos Estados Unidos do que o terrorismo.

No início de 2017, Chester Bennington voltou a tuitar sobre sua desaprovação com Trump: “Eu repito… Trump é uma ameaça maior aos Estados Unidos do que o terrorismo!! Nós temos que recuperar as nossas vozes e defender o que acreditamos.

O Linkin Park aborda temas políticos em suas músicas desde o álbum Minutes to Midnight, de 2007, e este vídeo da jornalista e redatora Danielle Louise explica sobre essa notificação extrajudicial e as referencias políticas do Linkin Park nas suas músicas:

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