O fã Turtleguy556 esteve presente e divulgou sua review de todas as músicas do álbum, assim como mencionou que durante a audição o volume estava muito alto e não conseguiu pegar partes das letras, e finalizou com “Atenção, porque todos os ‘fãs’ casuais vão pular de volta ao barco”.

 

Leia a parte 1 AQUI

 

1. Keys To The Kingdom – A abertura do álbum é, Chester gritando o refrão da música PESADA, sozinho, sem nem um efeito com ele. Ele tem uma distorção digital em sua voz que soa INCRÍVEL, durante esta abertura. Me deu um “CARAMBA”, aquele momento sem saber o que esperar. Após isso, surgiu um enorme riff de guitarra nervosa. Mike faz rap na música e Chester grita a cada refrão. Depois de ouvir isso, eu posso dizer que essa música é um destaque do álbum e se você é um fã do Linkin Park, de qualquer forma, essa música foi feita para você.

2. All For Nothing – Essa música foi bem menos “punk” do que eu pensei que seria. Ela tinha um bom ritmo e a voz de Page se encaixa bem na música. Mike tem partes de rap SURPREENDENTES, com uma incrível batida por trás dele!

3. Guilty All The Same – Esse é o single que nós já ouvimos.

4. The Summoning – Esse é um interlúdio que começa com sons de uma caixa de música até que surge batidas de bateria.

5. War – Essa foi a música do álbum que eu realmente não me importei muito. Soa como uma música punk old school, que lembra vagamente do início do Green Day. Imagine uma música punk com o coro de WooooooOOaaaHH, porém com a palavra WaaaaAAAAAaaaaRRR. É muito rápida e pessoalmente, não é muito o meu tipo. Foi legal ouvir Chester cantando esse tipo de música!

6. Wastelands – ESSA MÚSICA É EPICA. Também foi feita para todos os fãs de LP. Ela tem um GRANDE riff de guitarra que soa como algo de Meteora e Mike canta por cima dela. O refrão é cantável e poderia facilmente ser uma música de rádio. Ela tem a minha melodia favorita do álbum. E não me refiro a música de rádio como uma forma negativa. Ela te prende e você estará cantando antes mesmo da música terminar.

7. Until It’s Gone – O mesmo single que nós ouvimos. Eu diria que é a música mais suave do álbum.

8. Rebellion – Começa rápida e pesada e soa como SOAD. Também tem refrão muito cantável e as partes de rap do Mike são MATADORAS. Com várias gang vocals perto do final, gritando REBELLION. Soou muito interessante vindo do LP. Novamente, foi MUITO alto e eu não pude pegar direito o trabalho de Daron na guitarra. Ela tem uma ligeira tendência para o punk, bem como no refrão, mas nada é como a música WAR.

9. Mark The Graves – Essa é uma música muito interessante! Tem uma dinâmica e tem seus altos e baixos. O riff de guitarra e música me lembra Metallica. O riff foi chocante de propósito. Quase como se eles tivessem divido em sessões para ser mais rápida, então não é um riff groove. O refrão é completo com a voz de Chester, realmente indo com tudo em um tom elevado. MUITA coisa acontece nessa música, eu não consegui pegar direito, e tinham muitas camadas. Tem grandes harmonias nos versos, se assim posso dizer. Mike canta! É uma jornada de música que vai em muitos lugares diferentes. A música vai desvanecendo na faixa seguinte, Drawbar.

10. Drawbar – Bem, eu sinto muito dizer isso pessoal, mas esse é um interlúdio e eles completamente NÃO aproveitaram Tom tocando. Em grande parte é um piano e a guitarra está abafada por trás dele. Honestamente, soou como um som de rock clássico dos anos 60, com guitarra atrás do piano. Eu pensei que esse era o final de Mark The Graves, mas não era… Eu diria que o piano era bonito e foi um bom intervalo entre a ação o álbum. Eu diria que essa música realmente é viajante, digna do ATS.

11. Final Masquerade – Essa música tem uma direção muito cativante. Também fácil de te prender, e você estará cantando até o final. Essa é a outra música que poderia ser tocada nas rádios, mais uma vez, não de uma maneira ruim. Me lembrou um rock clássico, transformado em rock moderno. Não é tão lento como Until It’s Gone, mas não é tão agressivo quanto os outros. Eu classificaria como médio na “escala visceral”.

12. A Line In The Sand – Essa é o LP dando tudo o que eles têm musicalmente, vocalmente e sonoramente. Ela começa como uma música do ATS, surgindo com baixo e teclado, enquanto Mike canta em um tom suave e vai crescendo até um épico de rock. Foi mais rápido do que eu esperava. E é PESADA e te deixa com a sensação de “EU QUERO MAIS DESSA MÚSICA!!!”. Não consegui pegar muitas coisas, mas havia várias coisas acontecendo nela. Tenho certeza que NÃO ESTÁ nem perto de ser uma música lenta. Após a batida pesada, a música flui na mesma suavidade que Mike cantando para terminar. A banda se refere a essa música como a odisséia.

 

Fonte: LPAssociation