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Hoje não é uma data comum para quem é fã do Linkin Park, a exatos 5 anos a banda retornava ao Brasil, depois de 6 longos e longos anos de espera. Desta vez o local escolhido foi o festival de música  SWU, que aconteceu em Itú ( são paulo).

A banda veio apresentar a turnê mundial, do na época, recém lançado A thousand suns, e levou mais de 40 mil fãs ao delírio. A banda usou um set list bem diversificado, mesclando sucessos do passado e do presente:

 

Com um CD novinho na bagagem, o grupo abriu a noite com as primeiras faixas do novo registro: The Requiem e The Radiance, além de Wretches and Kings, também de A Thousand Suns, lançado em setembro deste ano. Do último disco para o primeiro, o show prosseguiu com Papercut, do Hybrid Theory, de 2000. Given Up, New Divide deram sequência à apresentação, que até este ponto seguia pra lá de morna

O Linkin park era a banda mais pedida nas redes sociais para se apresentar no festival

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Culpa do experimentalismo da banda no início do show. O Linkin Park trocou seu modelo mais tradicional de apresentação e iniciou com uma sonoridade percussiva. Enquanto isso, na plateia, os fãs esperavam as guitarras distorcidas que deram fama ao conjunto. Tanta inserção de música eletrônica poderia fazer algum fã distraído confundir o Linkin Park com a atração seguinte, DJ Tiësto.

O primeiro bom momento da banda no SWU aconteceu apenas na sétima música, Faint, do álbum Meteora, de 2003. A essa altura, os vocalistas Chester Bennington e Mike Shinoda já deveriam ter percebido que o jogo não estava ganho, e que uma parada seria mortal. E foi. As intervenções em vídeo, em um telão no fundo do palco, deixava a plateia – preocupada em como ir embora de Itu – dispersa.

A seqüência seguinte incentivou muita gente a desistir do show. Em um único bloco tocaram Empty Spaces, When They Come For Me, No More Sorrow (essa com direito a playback  nos backing vocals),Jornada Del Muerto e Waiting For The End. E lá veio mais uma das paradas para vídeos incompreensíveis (ou conceituais?) no telão.

Em seguida tocaram Wisdom, Justice & Love e Iridescent. Parece que não teria como salvar a noite, mas os acordes de Numb e, logo atrás, Breaking The Habit acordaram o público. Principalmente quando Bennington desceu do palco, foi à grade e cantou o último refrão literalmente nos braços dos fãs. Outra carta na manga foi a colocação de duas bandeiras brasileiras personalizadas para dar uma bajulada.

Brad Delson ( guitarrista) durante a música Faint

Era hora de mandar mais um petardo para tentar virar o jogo. Mas o grupo se ateve ao setlist organizado antes do show e quebrou o clima com Shadow Of The Day. Era só ter pulado essa, porque logo depois vieramCrawling e One Step Closer, ambas do disco de estreia.

O último capítulo da apresentação começou com Fallout, The Catalyst e The Messenger. E terminou com In The End, What I’ve Done e Bleed It Out, uma trinca forte, com letras na boca do público. Mas já era tarde demais para tirar o público da UTI. Cabia ao Linkin Park fechar a parte roqueira do festival, mas quem fez isso foi Queens Of The Stone Age e Pixies.

 

Texto: UOL

 

 

Por motivos contratuais o show não foi exibido ao vivo, e nem liberado por completo, mas trechos foram disponibilizado em ótima qualidade

 

Esse show foi o 1º show de muitos fãs da banda, e com certeza marcou uma geração de fãs, se você foi, conte-nos como foi, compartilhe conosco essa data especial =]

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