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Mike Shinoda parece não querer de fato ficar parado no tempo, depois de ter lançado 3 músicas inéditas em seu EP “Post Traumatic”, ele também já havia confirmado um show solo no Japão em agosto desse ano no ‘Summer Sonic”.

Mas parece que algo maior esta vindo, e ele acaba de marcar mais um show, que será o primeiro show solo após a morte de Chester Bennington, o show acontecerá no dia 12 de Maio em  Los Angeles, e será gratuito.

Mike também esta trabalhando em novas músicas, e deixou imagens enigmáticas em seu instagram pessoal

Mike recentemente também cedeu uma entrevista a revista Kerrang!, contando como criar novas músicas, e novas artes ajudam ele a superar a morte de seu amigo e companheiro de banda, confira alguns trechos abaixo:

 

Hoje, Mike Shinoda acabou de retornar da corrida até a escola. Ele se senta para conversar pela primeira vez com a Kerrang! – com qualquer um – sobre a música que ele começou a fazer no estúdio naquele dia; sobre os pensamentos e sentimentos que começariam a sair da sua mente e se transformar em música; as três profundamente pessoais, muito comoventes, faixas que apareceram no EP Post Traumatic em janeiro, que desnudou a tristeza e a dor que Mike estava sofrendo pela morte de seu amigo e companheiro de banda Chester Bennington no ano passado.

“[O falecimento de Chester] afetou tudo, às vezes de vários modos evidentes, e às vezes em modos… mais sutis,” Mike fala com um forte suspiro. “Eu sinto que… o luto é uma montanha russa, certo? Ele não segue uma linha reta. Eu costumava ter a impressão de que os estágios do luto [negação, raiva, barganha, depressão e aceitação, conhecido como modelo Kübler-Ross] que as pessoas falam eram na ordem. E a realidade é que, eles não são. Não mesmo. Eles apenas meio que refluem e fluam e acontecem em uma ordem aleatória. Às vezes você tem uma emoção que você passa pelo dia todo. Outros dias, você vai completamente passar de uma emoção para a outra de um minuto para o outro; de se sentir depressivo para se sentir ansioso para se sentir feliz para se sentir com raiva. Você sente tudo. Começa de um lugar escuro, mas não seguiu numa linha reta a partir dali. E essas músicas são da mesma forma.”

 

Mike anunciou ontem uma nova música que será lançado amanha, 29/03/2018

 

 

O luto é algo incrivelmente pessoal, e eu acho que todo mundo tem o seu próprio caminho, seu próprio ritmo e as próprias coisas que precisam ter,” ele admite. Mike aponta para o trabalho do baixista Dave Farrell lançando seu próprio podcast, Member Guest, que traz os seus amigos na música e no golfe para conversar bebendo uma certeza, e algo que está “funcionando bem” para um de seus companheiros de banda. “Para mim, entretanto, a coisa mais natural que eu sinto é fazer música e fazer shows, o que tem sido a minha saída desde que eu era criança,” ele adiciona. “Independentemente do resultado ou se alguém realmente ouve o que eu faço, essa sempre foi a minha coisa mais importante.”

 

A Terapia da Arte

Mike fala sobre os vídeos do Post Traumatic:

“Eu queria que os visuais tivessem visuais que também fossem pessoas como deveriam ser. Eu não queria ninguém tocando nisso; não queria mais ninguém segurando a câmera. Então eu mesmo me gravei com meu celular e editei no Final Cut. Eu queria aquele sentimento de quando você está no FaceTime ou no Skype com alguém, ou quando você está numa transmissão ao vivo e você sabe que a outra pessoa está do outro lado. Acho que com vídeos, quando eles são feitos para parecerem bonitos, às vezes eles se ficam melhores, mas há outras vezes que a feiura os fazem mais poderosos.”

Para ler todo o material traduzido acesse :  linkinparkbr.com

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