0 Flares Twitter 0 Facebook 0 0 Flares ×

Mike Shinoda, Lançando outro álbum de remixes, nova colaboração com um DJ de electro house com uma música que podia ser desbloqueada através do jogo de vocês no Facebook, você fez uma sessão de perguntas e respostas no Facebook com seus fãs, desenhou uma escultura em 3D interativa para a edição especial do álbum Recharged… O Linkin Park está constantemente quebrando barreiras.

Da onde vem esse desejo de experimentar e ser pioneiros?

Mike: Sempre fizemos da web a nossa prioridade, na verdade, desde 1999. A razão pela qual decidimos escrever o nome da nossa banda com “k” em vez da forma oficial porque queríamos o endereço .com. Cresci desenhando, pintando, tocando piano e usando o computador, por isso é natural misturar essas coisas. Ultimamente, acho que todos na banda estão muito diferentes, todos eles tem diferentes interesses e diferentes dinâmicas, por isso, tendem a estarem bastante ocupados.

Diante disso, a pergunta é: O Linkin Park é só uma banda? Ou vocês se consideram algo maior? Um conjunto de arte e multimídia? Um tipo de rock 2.0?

Mike: Gostei dessa, Obrigado! Queremos que nossos fãs sintam mais do que apenas a música, apesar de que é obvio que isso é principal do que fazemos. Nós queremos que as mídias sociais, a turnê, a arte do álbum e o álbum em si sejam uma ótima experiência multimídia. Até mesmo nossas ações beneficentes com o Music For Relief são focadas em arrecadar fundos através da música. No momento, nós estamos arrecadando fundos, por exemplo, para as Filipinas, com a ajuda de outros artistas, profissionais da indústria da música e os fãs do Linkin Park. Nós também já temos a ajuda do Enrique Iglesias, Foster The People e Steve Aoki e seus fãs.

O que motivou você a remixar suas próprias músicas? É pelo desafio de refazer seu próprio material de uma forma completamente diferente?

Mike: Sim. Uma vez que a música está “concluída” e vai para o álbum, o quadro está novamente vazio para mim. Ou seja, eu posso começar novamente e recriar toda a ideia da música. Para o meu remix de Castle Of Glass, por exemplo, eu quis fazer uma jornada épica que levasse o ouvinte para uma variedade de sons surpreendentes. Eu usei um equipamento totalmente diferente da música original, e não usei muito dos instrumentos originais – eu construi, novamente, do zero.

Recharged é uma pista da direção que vocês estão indo agora? Ou é independente da música que está sendo desenvolvida pela banda?

Mike: Eu diria que o próximo álbum não vai ser como o Recharged. Esse é o resultado de contribuições feitas por diferentes artistas, com seus estilos e talentos, que ajudou a dar essa vibe para o álbum. Honestamente, nós não tivemos a intenção de fazer esse álbum – Mas aí vimos tantos remixes bons que nós decidimos publicá-los!

E o que vem por aí? Vocês já estão trabalhando no novo material – Como é que ele vai soar?

Mike: Com a minha experiência, eu sei que eu não devo falar muito sobre como o álbum vai parecer, porque os fãs se prendem a essa idéia, e nós provavelmente vamos mudar de direção diversas vezes. Uma vez nós falamos para os fãs que o Minutes to Midnight ia ser um álbum pesado, mas aí ele se tornou algo mais caracterizado como experimental, com músicas muito diferentes umas das outras. Então, se eu te falar hoje como está o som do álbum, tem grandes chances de ele mudar completamente nas próximas semanas. Tudo que eu posso dizer é que eu estou muito empolgado e que será lançado no próximo ano.

Fonte: BenRocks.de

© 2013, www.linkinparkbrasil.com. O melhor portal de notícias do Linkin park no Brasil

0 Flares Twitter 0 Facebook 0 0 Flares ×

Deixe seu comentário sobre essa Notícia

comentários